ALEGRIA
ALEGRIA De onde vem toda esta alegria Que à minha alma invade, Me enche de felicidade. Me faz crer na
ALEGRIA De onde vem toda esta alegria Que à minha alma invade, Me enche de felicidade. Me faz crer na
Procura-se um sentido aos fatos; Pela aparência – como quer Santo Agostinho – Pela intenção e pela coerência? Procura-se dar sentido
O pote de ferro propôs Ao pote de barro uma viagem. Este recusou, Dizendo que seria mais sábio Ficar ao pé
Por onde andas? Em que estrela te escondes? Porque não me respondes? E me deixas com saudades? Oh! mar com suas
Há uma linha que divide O sonho do real; E não sei em que lado está A fantasia e a verdade.
Do pó, um dia sairei; E a verdade me afrontará. Confessarei, então, o indizível; E entrarei no labirinto Da vida e
O homem ao nascer como espécie, Dos seixos jogados aos seus pés, Num golpe inventou o martelo. Pensando em seu feito

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