O homem ao nascer como espécie,
Dos seixos jogados aos seus pés,
Num golpe inventou o martelo.
Pensando em seu feito espantoso

Lascou a pedra e criou o cutelo.
Mirando os fundados artifícios,
Moldando e forjando os inventos,
Apurou sua arte, saber e ofícios.

Batendo, cortando, abriu um caminho
Deslumbrante! Destino portentoso!
Mas, antes de intuir seus talentos,

Seu primeiro e consagrado objeto,
De trono rude foi tornado divino,
Nada além do singelo banquinho.

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