Há, nalgum secreto lugar,
Dentro de nosso corpo,
Algo que não percebemos,
Manifestando-se todo tempo.

Assoma nossos sentidos,
Vez por outra, inundando-os
De júbilo, beleza e alento.
Não se pode, no entanto,

Senti-lo a sós, e por alguém
O obtemos e desfrutamos.
E ai de nós se o desdenhamos!

Pois que de amor nós não vivemos,
Nem da matéria que somos,
Mas por uma amiga que tenhamos.

30 de setembro de 2003

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