O sábio está só. O saber é solitário.
Com sorte, outro sábio o reconhece.
Esta solidão é permanente,
O saber nunca desaparece,
Crava na alma, nunca desvanece.
Ser ignorante é bem natural,
Nascemos assim e assim, vivemos
Mudar coisa alguma queremos
Somos felizes, mas também curiosos,
Perguntamos o porquê das coisas,
Quem somos, de onde viemos, para onde vamos?
Somos almas inquietas, inquisitivas,
Mas, temos uma índole afetiva
Amamos o próximo em silêncio,
Suportando toda sua parvoíce.
BAIÃO. Dominguinho, Sivuca e Oswaldinho